quarta-feira, setembro 21, 2011

Para relembrar daqui a dez anos...

Começo com uma importante sentença de Carl Jung: "Só o fogo pode forçar uma pessoa a sair de seu castelo." E é nessa visão minimalista que entendo todo o contexto da vida.. Para mim, ela é perfeitamente concebida e explicável. Vejo constantes fragmentos de pessoas e coisas que insistem em dizer que são individuais, mas obrigatoriamente fazem parte do todo. Sofrimento, quando sabemos identificar quem realmente somos, é um passo importante na conquista de nossos objetivos.. Mexer a colher no sentido oposto à turbulência da água.. (Precisaria de horas para explicar melhor..). Mas daqui e dali vejo quão estúpido é o ser humano, absorto em frivolidades e ganância, desejando o mundo e não possuindo nada.. Pena, é só o que sinto.. Saberia ajudar cada um e mostrar-lhes o caminho se ao menos me ouvissem, mas não o farão. Pois é preciso reconhecer-se bêbado antes de pedir ajuda, pois esta de nada vale sem consentimento e arrependimento.

3 comentários:

Atena disse...

Vim aqui retribuir a visita e fiquei gratamente surpresa, pois adoro boa leitura e aqui a encontrei.
Rapaz, você escreve muito bem e, melhor ainda, tem conteúdo!
Não seja egoísta, escreva mais assiduamente. rsrs
Foi um prazer ter estado aqui.
abraços

António Jesus Batalha disse...

Olá , passei pela net encontrei o seu blog e o achei muito bom, li algumas coisas folhe-ei algumas postagens, gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns, e espero que continue se esforçando para sempre fazer o seu melhor, quando encontro bons blogs sempre fico mais um pouco meu nome é: António Batalha. Como sou um homem de Deus deixo-lhe a minha bênção. E que haja muita felicidade e saude em sua vida e em toda a sua casa.
PS. Se desejar seguir o meu blog,Peregrino E Servo, fique á vontade, eu vou retribuir.

Amélia Simões Schwertner disse...

Gostei muito de ler os teus textos e artigos, obrigada por esses momentos de deleite que me transmitiu uma paz interior muito boa. Como sou agnóstica, os caminhos da ilusão religiosa não me convenceram ainda. Mas as tuas palavras, confiantes ainda no ser humano, apesar dos seus descaminhos me deu uma sensação boa de encontro com a realidade da vida e com a paz. Obrigada. Amélia Simões Schwertner
arquiteta, urbanista e paisagista
arquitetaamelia@gmail.com