terça-feira, julho 07, 2009

Nos maiores temores, o menor de todos os candelabros..

Esses altos e baixos me preocupam.. Estou sendo testado por que? Dizem que o tal "plexo solar" é a região mais sensível da alma e a mais energizada.. E tinha que ser justamente próximo à minha barriga?! Tive a sensação de ter um show pirotécnico no meu abdômen.. Não cultivo a raiva e nem gosto de tê-la por perto, mas quando o circo pega fogo, não há como afastá-la..

Estou me sentindo um completo inútil, desastrado e incompetente.. E o pior de tudo, tendo a certeza de não sê-lo! A dor diária da desilusão dói.. E nesta aliteração absurda, resumo meus sentimentos. Agora a pouco, Frederic Chopin me consolou com seu Nocturne N°2. É isso o que eu tenho de mais precioso: Sentimento e coragem de continuar tentando até furar a pedra.. Do jeito calmo e paciente que a água trabalha.

Não sou profeta, mas um dia desses, muito em breve, vou rir de tudo isso com os dois pés sobre os escombros. Talvez isso seja um tanto dramático pr'um final de tarde, mas a imagem da força, os símbolos da luta serão sempre meus maiores guias..

7 comentários:

Luna Sanchez disse...

Somos os mais cruéis carrascos que podemos ter. Fato.

Beijos, Manoo. Vai passar.

Ademar Oliveira de Lima disse...

Estive por aqui em viit ao seu blog!! Abraços Ademar!!

glauce soares e meu filho Gustavo disse...

Estou passando p/ desejar um final de semana repleto de felicidade...bjs

Deni disse...

intrigante mesmo..
mas não saberia como desenrolar o assunto.
não q seja complexo mas é divergências sabe
kkkkkkkk


adorei..
parabens pelo blog.
minha primeira visita aki.
esero retornar mais vezes
XD~
sucesso
...
e tá convidada a vir na minha casa..ops...
no meu blog xD^

www.bocadekabide.blogspot.com

abraço e te maiSsSs...

Tetê disse...

manoo,
se vc tem sentimento e coragem,
já é suficiente a uma briga
por uma boa causa.
tem gnt que nem isso tem
abraço

Teresa Azambuya disse...

São fases, tudo passa.
Mas é bom se auto desafiar.
Bjs,
Tere

Marcelo Novaes disse...

Que Chopin te acalme...






Abraço,







Marcelo.