sexta-feira, maio 22, 2009

O dilema do mão grande


Maurício sempre me avisou sobre ser estabanado. Tinha medo de que algum dia eu derrubasse algum material de seu bem cuidado laboratório. Doutrinei minhas mãos para que obedecessem meu comando, como militares em prontidão.. Desde então, nenhuma tragédia foi contabilizada.

Helena sempre elogiou minha postura educada. Gostava de observar meus movimentos cuidadosos e atentos. Presenteei minhas mãos com uma folga, algo como um piquenique no parque em dia de sol. E foi assim que veio a traição.. Sob a mesa de refeição, mais uma lata de refrigerante no chão!

3 comentários:

Teresa Azambuya disse...

Antes mãos desatentas do que vazias!
Tu sempre tem uma bela reflexão para nos presentear!

Beijão, mano querido
Tere

Luna Sanchez disse...

Que texto bonito!

Gostei da sensibilidade, do Maurício, da Helena, das mãos tentando, inutilmente, segurar a lata de refri...rs

Um beijo.

BrunnOo' disse...

olhando alguns bloogs curtii muito o seu!
Me add como seguidor no "com o pé na grama"?
Posso seguir seu bloog ?
Adoorei seu post
perfeitoOo'
Adoorei a forma com que usou as palavras, boa reflexãOo'
=)
Aguardando resposta!
Abrazz